segunda-feira, 6 de abril de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Avaliação 360 Graus - Funciona?

A ‘Avaliação 360 Graus’, também chamada de “feedback 360”, é um método de avaliação de pessoas que se baseia na ampla participação de todos os integrantes da equipe.
Por esse modelo, que alguns gestores preferem chamar de “avaliação multivisão”, o profissional é avaliado não somente pelo superior, mas também pelos seus pares e eventuais subordinados.
É assim que conseguimos identificar os elos fracos de uma equipe. Um profissional pode parecer muito competente aos olhos do superior mas, na verdade, oprimir seus subordinados de uma tal maneira que estes deixam de ser proativos e não rendem para a empresa tudo o que poderiam render.
No afã de mostrar trabalho, muitos executivos cometem o erro de centralizar tudo, negando-se a dividir tarefas e responsabilidades com seus pares. Esse tipo de comportamento não costuma gerar bons resultados.
Como funcionaNa ‘Avaliação 360 Graus’, os participantes recebem feedbacks estruturados de seus superiores, pares, subordinados e outros stakeholders. Além disso, o profissional elabora sua própria autoavaliação.
Para chegarem a esse tal ‘feedback estruturado’, os membros da equipe preenchem um questionário específico, que descreve os comportamentos de liderança considerados essenciais pela organização.
Os resultados são confidenciais, ou seja, a pessoa que os recebe não sabe quem a avaliou. A garantia de anonimato é uma maneira de evitar que os subordinados fiquem com medo de agir com sinceridade, e a confidencialidade em torno dos resultados poupa o avaliado de eventuais constangimentos.
Graças aos feedbacks recebidos, o profissional pode guiar melhor o seu próprio desenvolvimento, perceber em quais pontos ele pode e deve melhorar e, assim, corresponder plenamente às expectativas da empresa.
Avaliar é precisoManter a equipe motivada é sempre importante. Em tempos de crise, então, nem se fala! Uma equipe coesa, unida em torno de objetivos comuns, disposta a enfrentar os desafios e a superar metas, é elemento fundamental para o sucesso e, cada vez mais, para a sobrevivência das empresas.
Mas como proporcionar ânimo à equipe? Não basta pagar salários justos e conceder benefícios. A remuneração é importante, mas não é tudo. Reconhecer os méritos, oferecer um ambiente saudável de trabalho e evitar certos vícios comuns à vida corporativa, como o autoritarismo da chefia e o mau costume de dar ouvido a fofocas, são medidas indispensáveis.
Mas há algo que tem mais peso do que todos os outros elementos juntos: colocar a pessoa certa no cargo certo é fundamental.
Por exemplo, um funcionário com perfil inseguro, que evita compartilhar projetos e ideias com os demais membros da equipe, impacta no trabalho dos demais. Um gestor que não dá retorno aos subordinados e até os trata de maneira agressiva e autoritária pode estar comprometento o avanço dos projetos e do desempenho de sua equipe.
E isso é independentemente da formação acadêmica ou do grau de conhecimento técnico que possuam. Por isso, não importa qual seja o tamanho da empresa ou a sua área de atuação, incorporar a realização de avaliações constantes será muito produtivo.
O importante, principalmente para o gestor, é saber utilizar a ‘Avaliação 360 Graus’ e continuar incentivando o desempenho e crescimento dos funcionários da empresa.
Por esse modelo, que alguns gestores preferem chamar de “avaliação multivisão”, o profissional é avaliado não somente pelo superior, mas também pelos seus pares e eventuais subordinados.
É assim que conseguimos identificar os elos fracos de uma equipe. Um profissional pode parecer muito competente aos olhos do superior mas, na verdade, oprimir seus subordinados de uma tal maneira que estes deixam de ser proativos e não rendem para a empresa tudo o que poderiam render.
No afã de mostrar trabalho, muitos executivos cometem o erro de centralizar tudo, negando-se a dividir tarefas e responsabilidades com seus pares. Esse tipo de comportamento não costuma gerar bons resultados.
Como funcionaNa ‘Avaliação 360 Graus’, os participantes recebem feedbacks estruturados de seus superiores, pares, subordinados e outros stakeholders. Além disso, o profissional elabora sua própria autoavaliação.
Para chegarem a esse tal ‘feedback estruturado’, os membros da equipe preenchem um questionário específico, que descreve os comportamentos de liderança considerados essenciais pela organização.
Os resultados são confidenciais, ou seja, a pessoa que os recebe não sabe quem a avaliou. A garantia de anonimato é uma maneira de evitar que os subordinados fiquem com medo de agir com sinceridade, e a confidencialidade em torno dos resultados poupa o avaliado de eventuais constangimentos.
Graças aos feedbacks recebidos, o profissional pode guiar melhor o seu próprio desenvolvimento, perceber em quais pontos ele pode e deve melhorar e, assim, corresponder plenamente às expectativas da empresa.
Avaliar é precisoManter a equipe motivada é sempre importante. Em tempos de crise, então, nem se fala! Uma equipe coesa, unida em torno de objetivos comuns, disposta a enfrentar os desafios e a superar metas, é elemento fundamental para o sucesso e, cada vez mais, para a sobrevivência das empresas.
Mas como proporcionar ânimo à equipe? Não basta pagar salários justos e conceder benefícios. A remuneração é importante, mas não é tudo. Reconhecer os méritos, oferecer um ambiente saudável de trabalho e evitar certos vícios comuns à vida corporativa, como o autoritarismo da chefia e o mau costume de dar ouvido a fofocas, são medidas indispensáveis.
Mas há algo que tem mais peso do que todos os outros elementos juntos: colocar a pessoa certa no cargo certo é fundamental.
Por exemplo, um funcionário com perfil inseguro, que evita compartilhar projetos e ideias com os demais membros da equipe, impacta no trabalho dos demais. Um gestor que não dá retorno aos subordinados e até os trata de maneira agressiva e autoritária pode estar comprometento o avanço dos projetos e do desempenho de sua equipe.
E isso é independentemente da formação acadêmica ou do grau de conhecimento técnico que possuam. Por isso, não importa qual seja o tamanho da empresa ou a sua área de atuação, incorporar a realização de avaliações constantes será muito produtivo.
O importante, principalmente para o gestor, é saber utilizar a ‘Avaliação 360 Graus’ e continuar incentivando o desempenho e crescimento dos funcionários da empresa.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Quando o Líder pode utilizar a Emoção

Conciliar o uso da razão e da emoção sempre é bastante difícil tanto na vida pessoal quanto profissional. Mas, para o líder, quanto de razão ou de emoção ele deve utilizar na suas decisões? O que é uma gestão racional e uma liderança emotiva?De acordo com o psicólogo e consultor sênior da Support Assessoria Empresarial, Gilberto Moraes, cada vez mais questiona-se a necessidade de um espaço emocional na empresa, sobretudo no caso daqueles que exercem um papel de liderança." Vivemos uma época na qual as empresas precisam de muita criatividade e inovação. Essas são as tarefas às quais os líderes geralmente se dedicam mais, para que possam responder e sobreviver às mudanças. Como se sabe, criatividade e inovação não pertencem totalmente à esfera da mente racional, por isso a razão e a emoção precisam ser utilizados com equilíbrio".Liderança Racional x Emocional.Segundo o psicólogo, a liderança racional é aquela em que o comportamento dos líderes baseia-se mais no controle da operação em curso, nas metas e no planejamento, e menos na compreensão das necessidades das pessoas."Na verdade, creio que, na maioria das vezes, razão e emoção sempre estarão envolvidas seja qual for a tarefa. Imagine, por exemplo, uma situação de negociação ou a resolução de um conflito na empresa. Quanto de razão e quanto de emoção são necessários para resolver o problema de maneira eficaz? Caso, o líder haja de maneira exclusivamente racional certamente estará fadado ao fracasso".Por isso, Moraes ressalta que as pessoas precisam compreender que a emoção não existe para ser evitada, mas sim como um recurso a mais a ser gerenciado.Programas de gestãoMuitas empresas costumam reunir seus líderes em um hotel para falar sobre as metas e como esses deveriam agir para cumprir aquilo que a organização deseja.Porém, na opinião de Moraes, quando esses líderes retornam para a empresa, grande parte do conteúdo discutido é perdido e ninguém fala sobre o assunto."Isso ocorre porque boa parte desses programas não consideram as necessidades individuais de quem participa".Como conciliar razão e emoção?Moraes acredita que a melhor forma de conciliar a razão e a emoção para um líder é se conhecendo, bem como compreendendo as necessidades de seus colaboradores."O primeiro passo é conhecer você mesmo. Depois, tente também compreender as pessoas, com as quais você, líder, trabalha, desenvolvendo a empatia e a humildade. O resto deve acontecer naturalmente".
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